Esporte: ferramenta vital para as saúdes física e emocional

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O Brasil se encontra, como o resto do mundo, já há 16 meses sob o jugo da pandemia da Covid-19. Tudo o que tem sido feito – e tudo o que se planeja fazer – tem sido examinado, analisado sob a ótica do enfrentamento dessa nova ameaça.

Uma senhora força-tarefa a vem enfrentando com galhardia, inteligência, denodo, entrega total. médicos, enfermeiros, laboratoristas, pesquisadores, etc., no campo da saúde, realizam um trabalho memorável e indispensável. Numa outra
frente, organizações e entidades, como a OMS, recebem um fluxo de informações gigantesco e procuram transformar todas as experiências e pesquisas desde então realizadas em orientações, protocolos, etc.

Nem sempre os profissionais de saúde e as entidades médicas acertam. Às vezes cometem análises equivocadas, no afã de indicar as melhores estratégias nessa guerra sanitária. E é natural que assim seja. Nesse combate à Covid, nos encontramos, todos, como naquela famosa comparação: precisamos trocar o pneu furado do automóvel, mas com ele em movimento. Não dá tempo de parar, pois a velocidade de multiplicação do coronavírus oficialmente chamado de SARS-Cov-2 e
de suas variantes é colossal.

Assim, cada segmento da sociedade tem um papel a cumprir em todos esse teatro de operações. Aos médicos e pesquisadores, cabe o enfrentamento científico; é lógico que não há unanimidade entre eles, mas é lícito pensar que todos irão chegando, naturalmente, a um consenso. Às autoridades, tanto federais quanto estaduais e municipais, compete executar as medidas administrativas mais lógicas, no esforço comum para diminuir os contágios, tratar imediata e corretamente os
infectados, conseguir vacinas confiáveis e vacinar o maior número de pessoas no menor espaço de tempo possível. Se possível, sem politizar essa pandemia. Infelizmente, em quase todo o mundo o inimigo a ser combatido é um só: a Covid; no
brasil, o excesso de politização dispersa forças e atrasa o combate. Não quero dizer com isso que não se devam apurar responsabilidades, possíveis falhas de autoridades na condução das medidas de enfrentamento e na utilização do dinheiro público.
Que isso seja feito, mas, se possível, em um clima mais civilizado, com maior desarmamento de espíritos, de todos os espectros das forças políticas.

Mas o que eu queria comentar aqui, basicamente, é a importantíssima contribuição que as atividades esportivas conferem às pessoas, no tocante ao reforço de suas imunidades. Aqui no Iate sempre privilegiamos o oferecimento de escolinhas de inúmeras modalidades esportivas. No atual momento, sempre em obediência aos limites impostos pelas autoridades sanitárias públicas, temos nos esforçado para intensificar ainda mais essa política.

Destaco um artigo publicado pela “Veja Saúde”, em março deste ano, em que o professor de Educação Física Tiago Fernandes, através da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), comenta que “trabalhos científicos mostram que
o risco de hospitalização em função da Covid-19 é 32% maior para pessoas fisicamente inativas”.

Pensem nisso. E enxerguem, nas atividades esportivas, um precioso aliado para a manutenção das saúdes física e mental.

Quero aproveitar a proximidade com o Dia dos Namorados e levar a minha homenagem aos mais recentes namorados de nossa cidade e também àqueles que passaram a vida inteira com seus amores, demonstrados a cada momento de suas vidas.
Com um fraternal abraço,

JOSÉ DE MORAES
Comodoro

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