Iate Clube Jardim Guanabara

Pesca de marlim gigante por iatiano faz 18 anos

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Remexendo em algumas fotos an­tigas, o iatiano Carlos Henrique Siestrup, o Karraz, encontrou uma que marcou época há 18 anos: a da pesca, pelo tam­bém iatiano Ja­mil Lessa, de um marlim gigante, de cerca de 240 quilos. Dois filhos de Karraz – Pedro Henrique, hoje médico, e Carlos Eduardo, que es­tuda Ciências de Computação na UFRJ – posam, deslumbrados, ao lado do marlim.

  • O Jamil era um dos melhores pes­cadores do Rio de Janeiro. Em sua lancha ‘Lauro Cri­va’, de 47 pés, saía da marina do Iate para pescar boca da barra afora. Não revelava o lugar, só dizia que ficava a 50 milhas da baía de Guanabara. Um sócio de um outro clube náutico chegou a presentear um dos marinheiros de Jamil com um Monza 0km, para que ele re­velasse onde era a coordenada do ponto de pesca dele; um outro chegou a seguir a ‘Lauro Criva’ de helicóptero, com a mesma intenção – recorda-se Karraz.

Ex-Diretor de Marketing do Iate, em 1999, Karraz se lembra de que uma vez Jamil o convidou para irem pescar na ‘Lauro Criva’: “Ei, mergulhador” – ele me chamava assim -, “vamos pescar juntos. Mas o pescador sou eu, você é caçador…”:

— O Jamil tinha o recorde mundial de pesca de marlim na América do Sul e Central, com cerca de 300 quilos. Ele ganhou seguidas vezes campeonatos regionais. Na época não exis­tia GPS, mas o ‘Lauro’ tinha sonar e ecobatímetro, na época equipamentos muito raros e caros. Nas pescarias do Jamil, o molinete era jogado a 127 metros de profundidade — relembra Karraz. Felizmente existe a fotografia, para desmentir qualquer um que queira dizer: “Isso é história de pescador…”

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