Administração Pública

Operação recolheu moradores de rua no acesso ao aeroporto; no Cocotá, continua tudo como antes…

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Apesar das denún­cias de leitores e da reportagem publicada em julho pelo Jornal GOLFINHO, o grupo de moradores de rua que se instalou entre as Praias do Cocotá e do Barão (logo após a Clínica da Família) continua sem ser in­comodado. Ou seja: cozinhando, promo­vendo algazarras de madrugada, juntan­do lixo e fazendo suas necessidades fisiológicas e sexo ar ar livre, tudo isso em meio a uma família de porcos (dois dos suínos já morreram atropelados).

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No dia 27 de julho, uma operação co­mandada pela Supe­rintendência da Ilha e com equipes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social , Comlurb, Guarda Municipal e PM recolheu dois mo­radores de rua que viviam embaixo do viaduto que dá aces­so ao Aeroporto do Galeão, às vistas dos turistas que acessam o aeroporto. Outros seis do mesmo gru­po não aceitaram ir para o abrigo, mas foram orientados a se retirar dali;e suas tralhas, recolhidas pela Comlurb. O pro­blema é que, mal os agentes públicos dão as costas, os invaso­res do espaço público retornam ao mesmo local.

A Secretaria de Desenvolvimento So­cial disse, através da Superintendência da Ilha, que “os desabrigados que estão na Praia do Cocotá são nascidos e criados na região e sentem-se mais seguros em per­manecer ali”.

O Superintendente da Ilha, Daniel Bal­bi, disse ao jornal que “nem todos os cidadãos abordados na Estrada do Galeão aceitaram o acolhimento, mas, nem por isso, deixaremos de insistir e atuar para que essa população de rua permaneça e cresça na região da Ilha”.

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