Medicina & Saúde

Insulanos e funcionários se mobilizam contra o possível fechamento das clínicas da família

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Um rastilho de pólvora se espalhou pelo Rio de Janeiro no dia 31 de julho: a notícia de que a Prefeitura estava fe­chando todas as clínicas da família, sen­do que as da Ilha seriam as primeiras. Além disso, todos os profissionais seriam demitidos.

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A Clínica da Família Wilma Costa, no Cocotá, recebeu um abraço simbólico, contra a ameaça de fechamento

Foi o bastante para que moradores se mobilizassem através das redes sociais e agentes de saúde de clínicas da família e centro municipais de saúde fizessem uma passeata pelo Cacuia e Cocotá, pro­testando contra as medidas. A frase que mais se ouvia era: “Já não vão construir a maternidade que prometeram, durante a campanha, e ainda querem fechar as clínicas da família?”.

No dia 1º de agosto a Prefeitura di­vulgou nota negando que vá fechar as clínicas e enfatizando que “a saúde é prioridade na gestão Marcelo Crivella. Todos os esforços estão sendo feitos para garantir os serviços públicos de saúde”.

O Jornal GOLFINHO apurou, no dia 3, quinta-feira, junto a agentes co­munitários, que a Prefeitura prepara a demissão de 1.800 profissionais de saúde, incluindo agentes de saúde, fisioterapeutas e psicólogos.

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