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Funcionários do Hospital Evandro Freire protestam contra atraso de salários. Emergência só está atendendo pacientes “nível vermelho”

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A crise na saúde municipal, depois de circular pelas Clínicas da Família (www.jornalgolfinho.com.br), chegou ao Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador.

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Na manhã de 23 de agosto (quarta-feira), cerca de 50 funcionários, entre médicos, enfermeiros, técnicos e pessoal administrativo, estão fazendo uma manifestação em frente ao hospital, na Estrada do Galeão, mas sem prejuízos para o trânsito: quando o sinal fecha para os veículos, eles se posicionam com faixas e cartazes no meio da rua, denunciando o atraso nos salários e a falta de informação de quando esse problema será regularizado.

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Os manifestantes disseram à nossa reportagem que a Prefeitura do Rio não está fazendo os repasses das verbas à CEJAM, organização social que administra o Evandro Freire, desde julho. Fornecedores e prestadores de serviços também estão sem receber.

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O mais grave é que a qualidade dos serviços vem, em decorrência, caindo dia a dia. O setor de Emergência está fechado: a partir desta manhã, só estão atendendo casos gravíssimos, classificados como “nível vermelho”. Procurado pelo Jornal GOLFINHO, o diretor do Evandro Freire, médico Paulo Maurício Cabral, disse que “de fato as notícias da falta de repasse pela Prefeitura são verdadeiras, gerando atrasos de salários dos funcionários. Estamos aguardando os repasses para saldarmos as nossas dívidas”. Para informações adicionais, o diretor solicitou que nos dirigíssemos à Secretaria Municipal de Saúde.

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