Sociedade

Fracassa a greve geral na Ilha do Governador. Um panorama da situação em todo o bairro

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A anunciada greve geral para hoje, dia 28, patrocinada por sindicalistas da CUT, PC do B, PT e PSOL, está se apresentando como um rotundo fracasso na Ilha do Governador, que teve uma manhã normal: comércio aberto, bancos, instituições de ensino, hospitais, serviços públicos, ônibus e barcas. Até os costumeiros engarrafamentos, as bandalhas das vans e a atuação de flanelinhas prosseguem normalmente…

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O comandante do 17º BPM, Coronel Odair Blanco, informou ao Jornal GOLFINHO que o 22º BPM teve, às 6 e meia da manhã, de intervir no acesso da Linha Vermelha à Ilha, pois sindicalistas estavam tentando interromper o trânsito, em frente à cabine do BPVE, com pneus. O 17º BPM atuou no TABG (Terminal Aquaviário da Baía de Guanabara), na Ponte do Barão, onde 100 militantes, com carro de som, mas sem impedir o acesso dos trabalhadores atuavam; também no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, onde cerca de 30 manifestantes tentavam impedir a entrada de de funcionários; e na Cidade Universitária, onde estudantes da UFRJ estavam impedindo a entrada de terceirizados.

Fundão

 

Os serviços públicos funcionam normalmente: garis, Hospital Evandro Freire, Guarda municipal, etc.

PM no AIRJ

INSTITUIÇÕES DE ENSINO

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As escolas municipais não funcionaram hoje. Em compensação, a grande maioria de colégios, cursos e faculdades da Ilha funcionam normalmente. Segundo um levantamento informal feito pelo Jornal GOLFINHO, no âmbito das escolas particulares, apenas as escolas Cambaúba e Bretanha não abriram suas portas. Funcionam normalmente: MV1, Martim Pescador, Iglesias, Pimpolho, Espaço Adriana Dantas, Lemos Cunha, Newton Braga, Sonnart, CEM, Curso Lincoln, Miguel Couto e Carpem Diem; entre os públicos, no Colégio Tia Lavor os professores compareceram, mas poucos alunos foram às aulas, devido ao noticiário do dia anterior, dizendo que a greve seria geral; o Colégio Prefeito Mendes de Moraes está funcionando normalmente. Os Colégios MV1 disseram que suas quatro unidades na Ilha funcionam sem nenhum problema e que, dos seus 132 funcionários, apenas dois não chegaram, informando estar retidos em bloqueios na Ponte Rio-Niterói.

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