Sociedade

Caça ao Pokémon, presente no bairro de ponta a ponta

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A nova febre mundial atende pelo nome de Pokémon Go. É um game gratuito para smartphones ou tabletes, que utiliza a realidade aumentada e o GPS para conduzir os famosos monstrinhos da imaginação para o mundo real. Foi lançado pela Nitendo em 5 de julho, inicialmente nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. Menos de um mês depois (em 3 de agosto) chegava ao Brasil. Na Ilha, é um hábito presente em todos os bairros.

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Tornou-se normal presenciarmos um grande número de pessoas – a maioria crianças e adolescen­tes -, portando seus samrtphones ou tablets, jogando o ba­dalado Pokémon Go, game que é a sensa­ção do momento no mundo todo.

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Nos mais diversos pokestops ou ginásios (local onde existe dis­puta entre equipes) espalhados por mui­tos locais, a brinca­deira ganha corpo. Simultaneamente, especialistas em se­gurança e em trân­sito, administradores de áreas sensíveis a acidentes e psicólogos têm advertido para os excessos dessa nova mania, pregando atenção, cuidados e parcimônia.

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No Iate Clube Jar­dim Guanabara, o ponto de maior con­centração é na Praça de Armas. O estu­dante Vinicius Mascarenhas, de 25 anos, explica que o game está virando também um investimento para os donos de estabele­cimentos comerciais.

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Outra estudante, Viviane de Freitas, de 22 anos, que caçava seus monstrinhos no Corredor Esportivo, próximo ao restau­rante Crepe e Cevada, disse ao Jornal GOL­FINHO que o perso­nagem Pokémon fez parte de sua infância:

— Quando soube que iam lançar o Pokémon Go fiquei muito empolgada. Ele está me entretendo e trazendo recordações de quando eu era criança.

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