Coluna do Alzir

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No Cocotá, Cláudio Santos é o novo Presidente;

na Portuguesa, João Rego foi eleito mais uma vez

Cláudio Santos

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João Rêgo

Fim de ano, novas diretorias em dois clubes queridos da nossa Ilha do Governador. No Esporte Clube Cocotá, após o lamentável fa­lecimento de Alfredo Fumaça, foi eleito como Presidente o advogado Cláudio Santos, associado há 9 anos, que declarou ao Jornal GOLFI­NHO que o plano de sua Diretoria “é dar continuidade ao excelente trabalho que o Fumaça aqui realizou”.

Na Associação Atlética Portuguesa, João Rêgo foi eleito em pleito de chapa única, numa demonstração de apoio à sua gestão: apesar de o voto não ser obrigatório, 405 associados fizeram questão de sufragar seu nome. À frente de sua Diretoria, João Rêgo realizou importantes reformas, internas e externas, conseguiu tirar as CNDs (Certidões Negativas de Débito), levou o time de volta à fase pre­liminar da primeira divisão do Campeonato Carioca de Futebol e firmou convênios com o Botafogo e com o Flamengo, para utilização do Estádio Luso-Brasileiro.

Historiadora Judite Paiva Souto lança o livro “Uma vasta caieira”

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A autora, Judite Paiva Souto

A historiadora Judite Paiva Sou­to lançará no dia 8, às 16 horas, no Arquivo Geral da Cidade do Rio (Rua Amoroso Lima, 15, Cidade Nova), o livro “Uma vasta caieira: um estudo sobre os fabricantes de cal da freguesia da Ilha do Governador (1861-1900)”. A obra foi escrita originalmente como dissertação de mestrado em História Social, pela UFF, em 2015, tendo sido agraciada com o Prêmio Afonso Carlos Marques dos Santos, concedido pelo Arquivo Geral.

Da enorme dificuldade de se fazer doações para o Inca

Em razão do fato de que muitos estelionatários usam o nome do Inca para aplicar golpes, esse hospital, embora muito necessitado, só recebe doações se os organizadores das campanhas se cadastrarem previamente lá. A gente até entende o cuidado, mas que isso é revoltante, é. Até em assuntos que envolvem a caridade humanitária pessoas inescrupulosas conseguem um jeito de atrapalhar a boa von­tade dos que se preocupam com o próximo! Em novembro agora, o professor e diretor da Academia Team Moraes, Diego Moraes, organizou no Iate um evento beneficente, um aulão de treinamento funcional, jiu-jítsu e muay-thay, prestigiado pelo famoso lutador de UFC Jacaré (leia na página 12), e ar­recadou 900 quilos de alimentos não perecíveis. Sua intenção era doar tudo para o Inca, mas, quando tomou conhecimento do impasse, acabou doando a quase uma tonelada de man­timentos para a também meritória Casa Ronald McDonald.

Há cerca de um ano, minha esposa, Rosália Peçanha, que trabalha no Aeroporto Santos Dumont, organizou ali campanha semelhante, conseguindo arrecadar dezenas de perucas e lenços para as pacientes que se submetem a quimioterapia – e também suou para conseguir entregar os donativos, só conseguindo fazê-lo através de uma ONG que já atuava no Inca. Não sei qual é a solução. Mas que é uma pena, ah, isso é.

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