Edição Março de 2010
 


Centro Cultural Virgínia Lombardi leva iatianos ao Hotel Quitandinha

 

Toda a beleza e o charme do Hotel Quitandinha, em Petrópolis, poderão ser vistos de perto no próximo dia 25, quinta-feira, quando acontece o tradicional passeio mensal promovido pelo Centro Cultural Virgínia Lombardi. Na ocasião, os iatianos poderão conhecer também a exposição “Revolução Genômica”, organizada pelo Museu de História Natural de Nova Iorque. As inscrições para o passeio podem ser feitas na primeira quinta-feira do mês, no próprio centro cultural, das 10 ao meio-dia e das 14 às 17 horas.
Construído em 1944, o Hotel Quitandinha funcionou durante dois anos como cassino até o então presidente Eurico Gaspar Dutra proibir o jogo no Brasil. As instalações internas remetem ao estilo rococó hollywoodiano, pois sua decoração foi elaborada por Dorothy Draper, uma norte-americana que criava cenários para filmes. Já a fachada externa seguiu o estilo normando-francês, muito presente na arquitetura de Petrópolis devido à colonização alemã.
Pelos salões do Quitandinha passaram estrelas como Errol Flynn, Orson Welles, Henry Fonda, Greta Garbo, Carmen Miranda, Walt Disney e até um rei, Carol II, da Romênia. Políticos como Getúlio Vargas e Evita Perón também frequentaram o hotel.
Com 50 mil metros quadrados e seis andares, o Hotel Quitandinha possui 440 apartamentos e 13 grandes salões com até 10 metros de altura. A cúpula do Salão Mauá é a segunda maior cúpula do mundo, com 30 metros de altura e 50 de diâmetro. Em sua construção foi usada uma grande quantidade de areia da praia de Copacabana e o lago em frente ao hotel possui o formato do mapa do Brasil.
O Quitandinha ainda é conhecido como o maior e mais legítimo palácio do Brasil e, ao lado do Colón (Uruguai), um dos maiores da América Latina.
EXPOSIÇÃO
A exposição “Revolução Genômica” apresenta uma visão cultural da ciência moderna, passando por temas como a preservação da biodiversidade, biologia molecular, genética, seus impactos na ciência e tecnologia e, principalmente, em nosso cotidiano. O evento mostra que educação, ciência e cultura se fundem porque são como os genes para um indivíduo, fundamentais para a formação de um povo, conferindo-lhe identidade e transformando-o ao longo do tempo.


O QUITANDINHA TEM ARQUITETURAS DISTINTAS INTERNA E EXTERNAMENTE

 
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